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Quem realmente compra o Parque Flora? Os cinco perfis que mais encontro nos meus atendimentos.

Existe uma pergunta que costuma aparecer logo no início de muitas conversas.

“Welinton, quem normalmente compra um apartamento no Parque Flora?”

A resposta parece simples.

Mas ela revela uma das maiores diferenças entre analisar um empreendimento e apenas apresentar um empreendimento.

Sempre que alguém me faz essa pergunta, costumo responder que o Parque Flora não atende todo mundo.

E isso é uma qualidade.

Todo empreendimento realmente bom costuma ter um perfil de comprador muito bem definido.

Quanto mais claro isso fica, maiores são as chances de aquela compra fazer sentido durante muitos anos.

Depois de acompanhar o Parque Flora desde o lançamento e conversar com dezenas de famílias, investidores e compradores, comecei a perceber alguns padrões muito interessantes.

Não significa que todos os clientes sejam iguais.

Mas alguns comportamentos se repetem com bastante frequência.

O primeiro perfil: quem já mora em Jardim Camburi e precisa de um novo momento.

Esse talvez seja o perfil mais comum.

São famílias que gostam do bairro.

Os filhos cresceram.

O apartamento atual começou a limitar a rotina.

Muitas vezes moram em um imóvel de dois quartos e chegaram ao momento em que precisam de mais espaço.

O interessante é que esses clientes quase nunca querem mudar de bairro.

Eles querem continuar próximos das escolas dos filhos, dos amigos, da praia, dos serviços e da rotina que construíram ao longo dos anos.

Nesses casos, o Parque Flora costuma aparecer como uma evolução natural.

Não porque seja um lançamento.

Mas porque oferece uma estrutura preparada para acompanhar a próxima fase da família.

O segundo perfil: quem está mudando para Vitória.

Outro grupo que encontro com bastante frequência são famílias que hoje moram na Serra, em Linhares ou em outras cidades da Grande Vitória.

Normalmente são pessoas que cresceram profissionalmente.

A renda aumentou.

A rotina mudou.

Agora procuram uma localização mais central, próxima do trabalho, da praia e de uma infraestrutura mais completa.

Percebo que esses clientes não procuram apenas um apartamento.

Eles procuram uma mudança de estilo de vida.

Querem gastar menos tempo no trânsito.

Ter acesso mais rápido às escolas.

Estar próximos dos serviços que utilizam diariamente.

Quando esse é o objetivo, Jardim Camburi costuma aparecer naturalmente durante a conversa.

O terceiro perfil: quem está comprando o primeiro grande patrimônio.

Esse é um perfil que gosto muito de atender.

São casais que passaram anos morando de aluguel ou vivendo em imóveis menores.

Agora decidiram comprar um apartamento pensando em permanecer por muitos anos.

Existe uma diferença importante nesse tipo de comprador.

Ele normalmente não quer trocar de imóvel novamente em pouco tempo.

Quer acertar na escolha.

Por isso, costuma analisar muito mais do que preço.

Pergunta sobre a construtora.

Sobre a localização.

Sobre a valorização do bairro.

Sobre a qualidade do projeto.

Na prática, está menos preocupado em comprar um apartamento.

Está preocupado em construir patrimônio.

O quarto perfil: o investidor patrimonial.

Existe um tipo de investidor que dificilmente aparece nas redes sociais.

Ele não compra imóvel pensando em revender rapidamente.

Também não procura oportunidades de curto prazo.

Procura ativos sólidos.

Ao longo dos meus atendimentos encontrei muitos empresários, produtores rurais, médicos e profissionais liberais que enxergam imóveis como parte da estratégia de preservação patrimonial.

Esses compradores normalmente fazem perguntas diferentes.

Querem entender a localização.

O histórico da construtora.

O desenvolvimento do bairro.

A escassez de terrenos.

A liquidez da região.

É um tipo de análise muito mais estratégica.

E, justamente por isso, o Parque Flora costuma chamar bastante atenção.

O quinto perfil: quem investe pensando na renda futura.

Embora em menor quantidade, também acompanho clientes que compram imóveis pensando em locação.

Nesse caso, a análise muda novamente.

O foco deixa de ser apenas a planta.

Passa a considerar a procura por aluguel, a infraestrutura do bairro, a facilidade de acesso e a atratividade da região para futuros moradores.

Jardim Camburi possui uma demanda bastante consistente por locação ao longo dos anos.

Isso faz com que muitos investidores acompanhem de perto os lançamentos realizados no bairro.

O que todos esses compradores têm em comum?

Apesar das histórias completamente diferentes, existe uma característica que une praticamente todos eles.

Nenhum chega procurando apenas um apartamento.

Eles procuram resolver um problema.

Uns querem oferecer uma infância melhor para os filhos.

Outros desejam reduzir o tempo de deslocamento.

Alguns estão protegendo patrimônio.

Outros finalmente decidiram sair do aluguel.

É justamente por isso que acredito que o atendimento imobiliário precisa começar pela pessoa.

E não pelo empreendimento.

Quando entendo claramente qual é o momento do cliente, fica muito mais fácil perceber se o Parque Flora realmente faz sentido ou se existe outra opção mais adequada.

Existe uma frase que resume muito a forma como trabalho.

Eu não procuro encaixar clientes em empreendimentos. Procuro encontrar o empreendimento que melhor se encaixa na vida de cada cliente.

Pode parecer apenas uma diferença de discurso, mas ela muda completamente o atendimento.

Quando começo uma conversa, meu objetivo não é convencer alguém de que o Parque Flora é a melhor opção.

Meu objetivo é entender se ele realmente é a melhor opção para aquela família.

Já deixei de recomendar o Parque Flora para clientes cujo momento pedia outro tipo de imóvel.

Da mesma forma, já acompanhei famílias que chegaram pensando em visitar vários empreendimentos e decidiram pelo Parque Flora porque perceberam que o projeto fazia sentido para aquilo que buscavam construir.

Na minha opinião, esse é o papel de um consultor imobiliário.

Não vender o mesmo produto para todo mundo.

Mas ajudar cada cliente a tomar uma decisão da qual tenha orgulho muitos anos depois.